TABELA 2017/2018

Caros Amigos e Clientes,

A decisão de fechar a tabela de variedades e preços, para uma nova campanha, é das decisões mais difíceis, que somos obrigados a tomar, sempre que chega essa mesma campanha.
Temos sempre o objetivo de proporcionar, mais e mais novidades, sendo por isso muito complicado saber que iremos ter mais novidades brevemente, mas pelas quais não podemos mais esperar.

Tratando-se da terceira tabela de preços que editamos, este documento mostra bem tudo aquilo que crescemos e evoluímos com todos Vocês.
Naturalmente que nada somos sem os nossos clientes, sendo que na maioria das vezes são vocês que nos instigam a procurar essas fruteiras mais raras.

Bem sabemos que não somos perfeitos, cometemos erros, demoramos a responder a emails, a fazer orçamentos e nem sempre podemos atender o telefone. No entanto, nada nos enche mais de orgulho do que a vossa opinião, quando recebem ou levantam as nossas plantas.


Nesta nova campanha, poderão encontrar aquelas espécies já "tradiconais" no nosso Viveiro, como as Bagas de Maio, as Aronias, os Cranberries, os Mirtilos, as Groselhas, os Maracujás ou os Kiwis; bem como, as plantas em que temos apostado mais, como o Limão caviar, a Framboesa, o Amelanchier, a Macadâmia ou as Amoras.
Mas as grandes novidades deste ano, são mesmo a Noz Pecan, a Jaca, a Alcaparra, a Sorveira, a Feijoa, a Lima do Deserto, a Lima cor de laranja, a Lima doce, o Biribá, o Jambo, etc...
Veja estas e outras, clicando aqui.

Como sempre, ficaremos a aguardar as Vossas sugestões e solicitações, já que queremos crescer ainda mais.
De preferência, A CRESCER CONSIGO.


VIVEIRO DO LIMA
O MUNDO DAS FRUTEIRAS


ENROSADIRA®

Caros Clientes e Amigos,

Este é o nome da variedade de Framboesa Remontante, que tem conquistado a preferência dos produtores deste saboroso fruto, não só na Europa, mas também fora do nosso Continente.

Lançada comercialmente em 2015, os resultados obtidos pelos produtores, com esta variedade, têm surpreendido de Itália à Inglaterra, de Marrocos à Polónia, mostrando a sua elasticidade e, de que apesar das baixas necessidades de frio, é capaz de suportar temperaturas abaixo de -20ºC, durante vários dias, mas que apresenta igualmente um excelente comportamento, sobre o calor do nosso Sudoeste Alentejano.


Também a forma de cultivo, desta Framboesa, mostra bem a sua adaptabilidade a diferentes condições, com bons resultados no solo ou em vasos, em túneis ou ao ar livre.

Para as condições Portuguesas, é uma excelente variedade, para se conseguir duas colheitas anuais, apresentando uma precocidade muito interessante, quando comparada com as outras variedades, atualmente existentes no Mercado.



Trata-se de uma planta ligeiramente espinhosa, de grande vigor e laterais curtos, mas muito produtivos, apresentando grandes frutos cónicos, de excelente sabor, vermelho claros e muito brilhantes.




Na colheita, demarca-se pela facilidade com que o fruto se destaca do pedúnculo, bem como pelo seu aspeto compacto, apresentando resultados excelentes no que diz respeito ao poder de conservação pós-colheita, sem grande alteração de cor.



Com uns resultados tão positivos nos últimos anos, seria de esperar que esta variedade pudesse implicar custos elevados de royalties, aquando da sua aquisição, ou durante a sua produção, ou até que a comercialização do seu fruto fosse exclusiva, de alguma empresa ou organização de produtores.

                                                          A verdade é que não.

A framboesa Enrosadira, não só é uma variedade, cujos frutos poderão ser livremente comercializados, como os custos relacionados com os royalties, também existentes neste caso, estão desde logo incluídos, no custo de aquisição das plantas e o seu valor é tão baixo, que o seu custo final se mostra competitivo, até para as variedades mais antigas, em que já não se aplicam royalties.


Prosseguindo com o nosso objetivo, de proporcionar aos nossos clientes as melhores plantas e variedades possíveis, é com um imenso orgulho que nos apresentamos como sendo um Viveiro Licenciado, para a comercialização desta variedade. Podendo proporcionar aos nossos clientes, aquela que se espera ser a variedade de topo, entre as Framboesas, durante os próximos anos.



Caso pretenda investir numa plantação de framboesas, ou queira alterar a variedade com que trabalha atualmente, não deixe de nos contactar, para saber um pouco mais, sobre esta pequena maravilha.


Qualquer dúvida disponham.

Viveiro do Lima
(O Mundo das Fruteiras)

TABELA DE PREÇOS 2016/2017

Estimados Amigos e Clientes,

O VIVEIRO DO LIMA tem o enorme prazer de apresentar a Tabela de Variedades e Preços, para a Campanha 2016/2017.


                                             TABELA DE PREÇOS 2016/2017

As novidades são mais do que muitas e temos a certeza de que nela encontrará alguma planta do seu agrado.

Diversificamos ainda mais a nossa oferta, na expectativa de vos agradar cada vez mais, caminhando no mesmo sentido dos vossos projetos. Sejam eles grandes explorações agrícolas, ou apenas algumas plantas de fruto, na vossa varanda.

Sabemos que será necessário algum tempo para a analisar, mas mais tempo ainda, para decidir qual a próxima planta a adquirir.

A oferta vai desde as fruteiras mais tradicionais, em raiz nua, até um lote de plantas tropicais que incluem espécies como o Wampi, a Maça Kei, a Jabuticaba, a Macadamia ou a Graviola.
Pelo meio, aparecerão plantas pouco vulgares, como a Framboesa Morango, a Granadilha, o Bergamota, a Aronia Vermelha, a Framboesa Preta, a Framboesa do Japão ou a Maça de Água.

No entanto, o nosso destaque terá de ir, naturalmente, para a diversidade de cores, da polpa, dos nossos Limões Caviar e para a Fruta do Milagre (Miracle Fruit).
Sobre esta última, esperamos brevemente, fazer uma apresentação mais digna das suas espantosas características.

Atingir esta quantidade de fruteiras diferentes no catálogo, não foi uma tarefa fácil, mas podemos garantir que é somente mais um passo, para atingir os nossos objetivos, que no fundo são os vossos.

Temos a noção clara de que queremos ser cada vez mais "O SEU MUNDO DAS FRUTEIRAS".

VISITE-NOS.
VIVEIRO DO LIMA
O MUNDO DAS FRUTEIRAS

MIRTILOS

Caros Amigos e Clientes do VIVEIRO DO LIMA, sobre esta família de plantas já não há muito a dizer. É um fruto conhecido de quase todos e que protagonizou um dos maiores aumentos de área plantada e produção, no nosso país e na Europa, na última década.

Os Mirtilos, cuja principal espécie é o Vaccinium corymbosum, são pequenos arbustos, que podem atingir os 2m de altura e igual dimensão em termos de largura; que gostam de se desenvolver em solos ácidos, entre os 4,3 e os 4,8 de pH; que não gostam de solos pesados ou encharcados, apesar de necessitar de rega regular; que dão pequenos frutos muito apreciados pelos pássaros, daí a necessidade de colocar algumas proteções, sobretudo quando em plantações de dimensão reduzida.

Apresentada que está a família dos Mirtilos, para aqueles que ainda não conheciam esta fruteira, gostávamos de aproveitar este espaço para alertar para algumas situações que por vezes observamos e que podem levar ao insucesso na plantação deste arbusto.






Desde logo, queremos chamar a atenção para o facto de que nem todos os Mirtilos são na realidade da espécie Vaccinium corymbosum. Aliás, a grande maioria das variedades cultivadas atualmente é o resultado do cruzamento desta espécie com outras da mesma família. Isto faz com que tenhamos plantas por vezes muito semelhantes, mas com características e necessidades distintas.

De modo a facilitar o entendimento destas características ou necessidades, é vulgar dividir os Mirtilos em três grupos, a saber: o grupo do Norte, o grupo do Sul e o grupo dos Rabbiteyes. 
As maiores diferenças culturais entre estes três grupos prende-se com as suas necessidades de frio, durante o Inverno e as épocas de colheita. O normal, é dizer que os Mirtilos do grupo do Norte necessitam de muitas horas de frio, entre 800 e 1000 horas, enquanto os do Sul necessitam no máximo de 600 horas (mas há variedades que quase não necessitam de frio para produzir), enquanto os Rabbiteyes requerem entre 350 e 700 horas.

Por norma, as variedades do Sul são mais precoces, na sua colheita, enquanto as variedades de Rabbiteyes mais utilizadas pela sua colheita tardia, algum tempo depois das variedades do grupo do Norte.
Muito importante, na escolha das variedades a utilizar na sua plantação, é também o mercado com que pretende trabalhar e a mão de obra que terá disponível para a colheita.


Relativamente ao destino dos seus frutos, deve pensar que caso o objetivo seja a exportação, o ideal será concentrar ao máximo a sua produção, utilizando um número reduzido de variedades, com épocas de maturação semelhantes e curtos períodos de colheita, de modo a conseguir um volume de fruta suficiente, para fornecer esse mercado durante um determinado período de tempo.


Convém também lembrar, que quando se trabalha para o mercado externo, deve optar-se por variedades com boa capacidade de conservação pós-colheita, pois haverá um longo período de tempo desde a colheita até ao consumo dos frutos.

Se por contrário, aquilo que pretende é uma venda mais local, então poderá diversificar mais as variedades utilizadas, de modo a fornecer esse mercado, de forma, mais ou menos contínua, durante o mais largo período de tempo possível.
De realçar que, dependendo do local, é possível colher mirtilos, em Portugal, durante um período que vai desde Abril até Outubro.
O outro fator que deve ponderar é, como já referido, o da mão de obra disponível para a colheita.
Naturalmente que quanto mais concentrada for essa época de colheita, maiores vão ser as necessidades de mão de obra para a realizar. Daí ser muito importante ter em atenção este aspecto, na hora de escolher as variedades. 

Só para darmos um exemplo, plantas da variedade Duke podem ter os seus frutos colhidos em cerca de 2 semanas, enquanto que plantas da variedade Chandler podem demorar até 6 ou 8 semanas a amadurecerem todas as suas bagas.

Em todo o caso será sempre recomendável utilizar um mínimo de 2 ou 3 variedades diferentes, de modo a promover a polinização cruzada das flores dos Mirtilos, uma vez que isto irá aumentar o calibre dos frutos e consequentemente a produção do seu pomar.

Como dá para perceber, a eleição das variedades a colocar no seu pomar de Mirtilos, nunca deverá ser aleatória, ou estar limitada à disponibilidade do viveiro onde vai comprar. Sendo uma decisão que vai influenciar o pomar para sempre.
Faça um estudo sério, para escolher as variedades que melhor se enquadram naquilo que pretende e nas condições que tem para produzir. Depois, procure essas plantas com antecedência, de modo a poder ter exatamente o que pretende.

No VIVEIRO DO LIMA trabalhamos com laboratórios de multiplicação in-vitro, que nos garantem a qualidade das plantas fornecidas. Sendo que a nossa estrutura nos permitem preparar plantas de qualquer variedade, para a plantação, num espaço reduzido de tempo.
Visite-nos e venha conhecer os nossos Mirtilos.


É sempre bom conhecer as suas plantas com antecedência, evitando surpresas no dia da entrega.
Aqui vai encontrar uma vasta gama de variedades, não só as mais comuns e conhecidas, como também algumas menos usuais como o Mirtilo Rosa (Pink Lemonade) ou o Mirtilo Anão (Polaris e Northblue).

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VIVEIRO DO LIMA
O MUNDO DAS FRUTEIRAS

O MUNDO DAS FRUTEIRAS

Caros Clientes e Amigos,


No VIVEIRO DO LIMA gostamos de ser conhecidos como O MUNDO DAS FRUTEIRAS, uma vez que apenas trabalhamos com plantas desse tipo e por ser nossa intenção ter a mais variada gama de espécies diferentes.



 Deste modo, na nova campanha que agora se avizinha, vão poder encontrar no nosso viveiro uma gama ainda mais ampla de espécies e variedades, algumas desconhecidas da grande maioria de todos vós.





Neste momento, temos mais de 100 espécies fruteiras diferentes, dentro das quais estão ao vosso dispor mais de 300 variedades, algumas delas em diferentes apresentações e tamanhos.


Não só continuamos a expandir a nossa colecção de pequenos frutos, como também diversificamos, e muito, a nossa oferta de espécies Tropicais e Sub-tropicais, nunca esquecendo as mais tradicionais e regionais.



Algumas destas novidades serão apresentadas em breve e estamos seguros, que muito darão que falar entre os nossos clientes e amigos.


Esperamos contar com a vossa visita em breve.

Até porque se dá fruta, o VIVEIRO DO LIMA deve ter....


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VIVEIRO DO LIMA

O MUNDO DAS FRUTEIRAS

KIWI

Caros Amigos e Clientes,


Hoje vimos falar-vos um pouco sobre este fruto bem conhecido de todos vocês, o Kiwi ou Actinidia deliciosa.
Este fruto é, provavelmente, um dos melhores exemplos de sucesso, de introdução e habituação de consumo, dos últimos tempos.



Esta trepadeira de folha caduca, tem a particularidade de, nas variedades comerciais mais vulgares, apresentar plantas masculinas e plantas femininas, sendo que as masculinas não produzem qualquer fruto.
Esta planta sub-tropical de montanha ou de climas temperados, é originária das zonas montanhosas do Sudoeste da China, onde nunca teve um grande aproveitamento. Isto até ao momento em que algumas sementes foram levadas para a Nova Zelândia, no início do século XX.
É neste país, pertencente à Oceania, que este fruto se foi desenvolvendo e evoluindo até ter sido apresentado ao Mundo, já não com o nome inicial de Groselha Chinesa, mas sim com o nome que lhe conhecemos hoje em dia de Kiwi (nome que recebeu pela semelhança que apresenta ao animal aí existente e simbolo do país), na década de 70 do século passado.

O fruto de Kiwi mais vulgar é uma baga com a casca de cor acastanhada e inúmeros pelos, enquanto a sua polpa é esverdeada, carnuda e com muitas sementes. Por norma, os primeiros frutos aparecem 3 a 4 anos após a plantação.

As primeiras plantas de Actinidia terão chegado a Portugal no final da década de 70, início da década de 80, do século passado, tendo a sua área de produção vindo a aumentar desde então, o que faz com que Portugal seja atualmente o 10º maior produtor Mundial e ocupe o 4º posto na Europa.

Esta fruteira pode multiplicar-se por semente, estacaria, mergulhia, enxertia e in vitro, no entanto, a técnica de mergulhia é pouco utilizada pelo baixo rendimento de novas plantas e por ser muito trabalhoso, enquanto a sementeira, por não originar plantas iguais às plantas originais, também não é muito vulgar, a menos que estas plantas sejam posteriormente enxertadas.


No Viveiro do Lima, e tal como se pode verificar em algumas fotos já publicadas, o método utilizado era o da estacaria, método esse que nos proporcionava um grande número de plantas de boa qualidade e com garantia varietal. Infelizmente a recente chegada à Europa e em particular a Portugal de uma bactéria, conhecida por PSA, fez com que se levantassem várias limitações à produção de Kiwis e à sua certificação, tornando os custos de produção proibitivos, nomeadamente no que diz respeito à certificação das plantas mãe.

Com o objetivo de fornecer aos nossos clientes plantas de boa qualidade e a preços muito competitivos, optamos por começar a trabalhar com plantas de origem in vitro. que graças ao seu método de desenvolvimento, são criadas num ambiente isento de qualquer bactéria ou vírus.

Assim o Viveiro do Lima, tem para si, a preços muito interessantes, plantas de Kiwi, por exemplo da variedade Hayward (clone 8), para que possa usufruir de alguns Kiwis no início do Outono, no seu quintal, ou para que possa fazer a sua plantação de maior escala.

Para além do Kiwi mais tradicional, de que estivemos a falar no presente texto, no nosso Viveiro poderá ainda encontrar, a preços igualmente competitivos, plantas de Kiwi Arguta (Kiwi Bebé) e muito brevemente de Kiwi de polpa amarela.

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O MUNDO DAS FRUTEIRAS

PROJETOS AGRÍCOLAS

Caros Amigos,

Desta vez o propósito da nossa mensagem é bem claro, queremos chegar sobretudo a todos aqueles que pretendem em breve iniciar, ou ampliar, a sua atividade agrícola.



Muitos foram os projetos agrícolas que se efetuaram nos últimos anos, em grande parte, aproveitando os fundos comunitários disponibilizados.
Infelizmente, alguns deles não tiveram os resultados esperados e muitos dos seus promotores, inclusivamente, abandonaram os seus investimentos.



Este não cumprimento dos objetivos traçados foi muitas vezes consequência de projetos mal elaborados, com valores de produção elevados e sem que os promotores tivessem sido alertados para a despesa / trabalho necessários, até à obtenção dos primeiros resultados financeiros.

Nem sempre é fácil perceber a dinâmica das plantas, sobretudo para aqueles que não possuíam qualquer formação na área agrícola, mas que foram por vezes iludidos na conversa de alguém que parecia estar a vender um "Euromilhões", que depois nunca se poderia concretizar.

 Outras situações houve, em que o projeto tudo tinha para dar certo, bem estruturado, bem pensado e com todos os fatores positivos e negativos bem claros, no entanto, uma má escolha das plantas utilizadas deitou por terra o investimento e dificilmente ele viria a ser viável.


Quando falamos em má escolha das plantas, estamos a falar: em plantas de dimensões muito reduzidas (para conseguir supostos melhores preços), em porta-enxertos mal escolhidos (que não se adaptam às condições do terreno, ou que não são resistentes a determinadas doenças, como no caso do castanheiro), em variedades que não se adaptam às condições do local (falta de frio no Inverno, excesso de calor no Verão ou geadas precoces) e em variedades completamente ultrapassadas, antigas (que não têm qualquer interesse para os mercados, cada vez mais exigentes).



Estas más opções tomadas na instalação dos pomares, foram não só devido ao desconhecimento dos promotores, mas também devido a falhas por parte dos fornecedores dessas plantas.
É bem sabido que os portugueses deixam tudo para a última hora e os empresários agrícolas não são excepção. Na maior parte das situações, somente procuram as plantas que pretendem poucos meses antes de fazer a plantação e nessa altura têm de se sujeitar ao que existe disponível no mercado.

No VIVEIRO DO LIMA aconselhamos os nossos clientes a reservar as suas plantas com a devida antecedência, de forma a poderem comprar as variedades que pretendem, no formato que lhes convém e com preços mais interessantes, pois uma planta produzida por encomenda sai sempre mais em conta.



Com uma encomenda prévia, poderá escolher livremente se pretende: Framboesas da variedade Kweli, Versalhes ou Enrosadira; Amoras da variedade Ouachita, Natchez, Primark 45 ou Triple Crown; Mirtilos da variedade Duke, Legacy, Huron ou Liberty; Kiwis Argutas da variedade Ken´s Red, Ananasnaya ou Geneva; Castanheiros da variedade Bouche de Betizac, Marsol ou Marigoule; Pistachos da variedade Kerman, Larnaka ou Sirora; Limão Caviar da variedade Rosa, Verde ou Vermelha; Amendoeiras da variedade Lauranne, Masbovera ou Guara; Gojis da variedade New Big ou Nq1; Macieiras da variedade Porta da Loja, Pero de Coura, Golden Reinders ou Gala Schniga; etc, etc, etc...


A escolha das suas plantas é um fator chave para o sucesso do seu investimento. Convém lembrar que é deles que pretende retirar um retorno financeiro durante os próximos anos, por vezes dezenas de anos, por isso esta escolha que vai fazer agora irá repercutir-se durante todo esse período de tempo.




Se vai fazer uma plantação de fruteiras não deixe de nos contactar, temos para si as variedades mais interessantes do mercado, a preços muitos competitivos.


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VIVEIRO DO LIMA

O MUNDO DAS FRUTEIRAS

AMORA

A Amora é seguramente um dos pequenos frutos mais conhecidos no nosso País. Até porque, poucas serão as pessoas que nunca comeram algumas, retiradas de “silvas” que crescem em terrenos incultos ou nas margens dos terrenos agrícolas ou florestais.
Apesar disto, o cultivo deste fruto em Portugal, manteve-se durante muito tempo à margem daquilo que foram os grandes investimentos, em instalações de pomares de pequenos frutos, tais como o Mirtilo, a Framboesa ou a Groselha, que se verificaram nos últimos anos.
Porém tem-se observado, no último par de anos, um aumento de interesse nesta cultura, motivado em grande parte pelo aparecimento de novas variedades, altamente produtivas, com boa capacidade de conservação pós-colheita e sobretudo com características de sabor mais interessantes, do que as tradicionais.
Atualmente, podem encontrar-se variedades com picos ou sem picos, mais eretas ou mais prostradas, com maiores ou menores necessidades de frio (1000 a 200h), mais doces ou mais adstringentes e com épocas de maturação diferentes ou até mesmo variedades remontantes, capazes de proporcionar duas colheitas no mesmo ano.
A produtividade desta cultura passa facilmente o valor das 10 toneladas por hectare e é por norma, conduzida num sistema de suporte, que pode variar consoante as características da variedade em causa.
Sendo uma planta de forte e rápido desenvolvimento vegetativo, pode alcançar o seu pico de produção logo no segundo ou terceiro ano.


Relativamente aos compassos de plantação, se o objetivo é ter alguma mecanização, nomeadamente para controlo das infestantes, deverá optar-se por um distanciamento entre linhas de 3m, caso contrário, este pode ser reduzido para 2,5m. Já entre as plantas a distância deverá andar entre os 0,50m e os 1,2m dependendo sobretudo se a variedade é de crescimento mais ereto ou prostrado e da fertilidade do solo.
As plantas de amora adaptam-se com alguma facilidade a vários tipos de terreno sendo, os mais aconselháveis, os bem drenados e ricos em matéria orgânica.
Quando o terreno for um pouco mais lento e húmido, é aconselhável a plantação em camalhões, semelhantes aos utilizados para a cultura dos Mirtilos.




É aconselhável também a instalação de um sistema de rega gota-a-gota para poder proporcionar à planta uma dose equilibrada de água.
Na poda das amoras é preciso ter em conta que os seus lançamentos são por norma bienais, ou seja desenvolvem-se durante o primeiro ano, produzem no segundo e depois secam. Exceção feita às novas variedades remontantes capazes de produzir logo nos lançamentos do primeiro ano.



A poda das plantas irá influenciar a quantidade de frutos e o seu calibre, bem como a data de colheita e a sua extensão, que por norma é mais concentrada quando a poda é mais suave.



De entre o grande lote de variedades atualmente disponíveis no mercado, o VIVEIRO DO LIMA selecionou algumas, que pelas suas características nos parecem ser as mais interessantes para o nosso País. Atualmente dispomos das variedades: Chester, Triple Crown, Tupi, Silvan, Ouachita, Natchez, Navaho, Hull Thornless, Lock Ness e ainda as novas variedades remontantes, recentemente introduzidas nos mercados: Reuben e Primark 45 e as híbridas Framboesa x Amora: Tayberry e Boysenberry.


Caso pretenda fazer um investimento nesta cultura não deixe de nos contactar, temos preços muito interessantes e podemos preparar a sua encomenda com antecedência, de modo a ter as plantas da variedade que pretende, na época que pretende.

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LIMÃO CAVIAR

Caros Amigos,

As cozinhas, não só dos grandes e famosos restaurantes, mas também das nossas casas, têm observado grandes alterações nas últimas décadas.
Muitos têm sido os alimentos que, com a globalização, chegaram às nossas mesas e que nos eram completamente desconhecidos até então.


Tem sido grande o interesse que tem despertado, este fruto recentemente chegado aos mercados Europeus, oriundo da Austrália e de que hoje vos falamos, o Limão Caviar, cujo nome cientifico é Citrus australasica ou Microcitrus australasica.




Trata-se de uma pequena árvore que, consoante a variedade em causa, pode atingir os 2 a 7 metros de altura, e que possui pequenas folhas persistentes, protegidas por espinhos.



Esta espécie subtropical, proveniente da Costa Oriental Australiana, apenas produz fruto no seu quarto ano de idade, caso seja multiplicada por semente.



Quando se trata de plantas enxertadas este período pode ser antecipado, sendo mesmo possível adquirir plantas já com fruto.

As suas pequenas flores dão origem, entre os meses de Dezembro e Julho, a pequenos frutos cítricos em forma de dedo, daí o seu nome inglês de "Finger Lime". O seu tamanho e forma é semelhante ao de um grande dedo polegar.



No entanto, não é só a forma exterior que diferencia este de outros citrinos.
Na verdade, é sobretudo o seu interior que surpreende, pela presença de  pequenos gomos redondos muito semelhantes ao caviar, daí o seu nome de "Limão Caviar".

Sendo esta sua característica, que faz com que seja tão procurado na elaboração de alguns pratos mais sofisticados.

É nessa utilização que é muitas vezes classificado como "Bushfood", um ingrediente nativo que veio substituir um antigo ingrediente original, neste caso o caviar.





Do ponto de vista agronómico, trata-se de uma planta capaz de resistir ao frio, que gosta de solos bem drenados, mas que necessita de rega regular, sobretudo nos primeiros anos de idade.






Acredita-se que devem existir cerca de 75 variedades diferentes, podendo o seu fruto e o seu respetivo interior ter cores muito distintas, desde o verde até ao branco, passando pelo rosa ou o vermelho.

Este fruto tem ainda uma outra característica que o diferencia de muitos outros citrinos, pois pode ser congelado durante um ano, sem perder as suas propriedades sensoriais e gustativas.

Não importa se quer investir numa grande plantação deste citrino, comprar uma planta para por no quintal ou apenas conhece-la.
Em qualquer um destes casos passe pelo VIVEIRO DO LIMA para a ver ao vivo.


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ARONIA

Caros Amigos,

Tem sido grande o interesse pelos chamados "Super Frutos" nos últimos tempos. Frutos com capacidades anti-oxidantes, capazes de melhorar a circulação sanguínea ou retardar o envelhecimento, no fundo, alimentos que sejam benéficos à nossa saúde.

De entre esta gama de frutos vimos agora falar-vos da Arónia, uma planta originária da América do Norte.

Este arbusto, que pode chegar aos 3 metros de altura e apresentar mais de 40 rebentos vindos do solo, no seu estado adulto, foi inicialmente muito utilizado pelo seu valor ornamental, sobretudo na construção de sebes.


Foi em meados do século passado que começaram a surgir plantações para aproveitamento do fruto na Europa de Leste, sobretudo na Polónia, que é o maior produtor mundial deste fruto. Nestas plantações o compasso de plantação mais usual é o 3m x 1,5m, apresentando a cultura um rendimento perto das 10 toneladas por ha (perto de 5Kg por planta) a partir do 5.º ou 6.º ano, quando utilizadas variedades seleccionadas, como é o caso da Galicjanka.

Não sendo uma planta muito exigente em termos de solo, prefere ainda assim os mais drenados e de maior exposição solar, isto apesar de manter alguma produção em condições de sombra ou de solos mais encharcados.
A sua grande exigência para uma boa produção, prende-se com as horas de frio durante o repouso vegetativo, muito semelhantes às requeridas pelo Mirtilo, entre as 800 e as 1000.

A colheita das suas pequenas bagas, que aparecem agrupadas em cachos de 10 a 15 unidades, acontece, normalmente, entre finais de Agosto e meados de Setembro, e apesar de existiram algumas variedades seleccionadas, estas não apresentam grandes diferenças entre si, podendo-se por isso optar por uma só, até porque se trata de uma planta auto-fértil.






A sua colheita prolonga-se durante 4 a 6 semanas, o que permite uma apanha escalonada da produção, que inclusivamente pode ser mecanizada.



Para além dos cuidados básicos necessários para qualquer cultura, tais como a rega, a limpeza das infestantes e as fertilizações, a Arónia necessita de alguma poda, que deve ser anual, de modo a controlar a dimensão da planta, manter a sua capacidade produtiva e facilitar a colheita. Este procedimento prende-se sobretudo com a eliminação progressiva dos rebentos mais velhos, de modo a manter a planta num estado jovem, em que os seus ramos não têm mais de 4 ou 5 anos de idade.




Considerado por alguns nutricionistas como "O Fruto Mais Saudável Do Mundo", pela capacidade que o consumo das suas bagas tem em reduzir os níveis de Colesterol, melhorar a Circulação Sanguínea e Retardar o Envelhecimento, alguns estudos mostram mesmo, que o fruto da Arónia tem uma concentração superior em antioxidantes, quando comparado com o Goji ou a Uva.



Devido à sua ligeira adstringência, este fruto não é apreciado por todos os que o consomem em fresco, daí ser muitas vezes utilizado processado, em sumos, geleias ou gelados. Para além destas utilizações, a Arónia é também muito utilizada noutros preparados alimentares, industria farmacêutica e como corante de bebidas.


Se esta planta o deixou curioso e com vontade de ter uma, ou de fazer um investimento nesta área, não deixe de nos contactar. Até porque as nossas Arónias são produzidas por nós.


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